quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O preço da arte

Ficou mais difícil manter segredos depois da invenção da internet, e esta facilidade de expor para o mundo qualquer informação com apenas alguns cliques acertou diretamente as empresas, que passaram a ter mais dificuldades em manter sigilosos determinados fatos. Não só com relação às práticas escusas como corrupção, agressões ao meio ambiente e exploração de mão-de-obra (infelizmente ainda comuns), mas também a segredos industriais que, acreditam-se, são a fórmula de sucesso das corporações.

Mas nem tudo é tão simples. Pesquisas de marketing já revelaram que existem muitas questões subjetivas que levam alguém a consumir um determinado produto, e não são apenas características paupáveis como o preço, design e, no caso dos alimentos, o sabor. A prova é o vídeo abaixo, no qual o executivo chefe do Mc Donald's ensina como fazer um Big Mac com ingredientes encontrados em qualquer mercadinho.


A receita do principal produto foi revelada pela própria empresa porque sabe que suas vendas não cairão por conta disso, muito pelo contrário, essa atitude ajuda a aproximar ainda mais o público da marca.

Nos negócios B2B (empresas que vendem para outras empresas), como os que a No Ato Produções Artísticas realiza, este processo é um pouco diferente. O preço ainda é o principal quesito de contratação, mas como precificar a arte?

Nos orgulhamos em realizar serviços que atendem às necessidades de comunicação das empresas e que ao mesmo tempo são obras com valor artístico. Fazemos isso através da contratação dos melhores profissionais em atuação no mercado carioca. Textos que além de informar, comovem e fazem rir. Atores que com pequenos gestos conseguem despertar os mais diferentes sentimentos nos espectadores. 

É assim que trabalhamos, juntando de forma perfeita as demandas corporativas dos nossos clientes com a necessidade de cada ser humano em consumir arte.

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